Governo Bolsonaro já investiu mais de R$ 8 bilhões para reforçar estrutura do SUS no combate à Covid-19 este ano

O Ministério da Saúde investiu somente em 2021, entre janeiro e novembro, mais de R$ 8,4 bilhões para reforçar e ampliar a estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) no combate à Covid-19.

 

Com a verba, foi possível autorizar 18.813 leitos de UTI Covid, adultos e pediátricos, além de 4.045 leitos de suporte ventilatório pulmonar em todo o Brasil, para receber pacientes moderados, gravese gravíssimos da Covid-19.

Os leitos de UTI Covid são específicos para os casos graves e gravíssimos da doença, voltados para pacientes que evoluíram negativamente e que precisam de cuidados médico-hospitalares mais intensivos, com uso de ventilação mecânica, por exemplo, além de outros procedimentos clínicos mais complexos, como traqueostomia. Os leitos de suporte ventilatório pulmonar são destinados aos pacientes moderados e graves da Covid-19 que necessitam de suporte de oxigênio, mas que não evoluíram para insuficiência respiratória.

As autorizações ocorrem sob demanda dos estados, que têm autonomia para disponibilizar e financiar quantos leitos forem necessários, tanto os de UTI quanto os de suporte ventilatório pulmonar. No entanto, o Ministério da Saúde tem sempre se colocado à disposição para apoio técnico e financeiro, contemplando todos os estados e modalidades de unidades de saúde, como hospitais de pequeno, médio e grande porte, hospitais de campanha, prontos-socorros e Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h). Durante o período, também foram comprados e entregues 17.888 ventiladores pulmonares – 10.109 de UTI e 7.779 de transporte.

Para que os leitos sejam autorizados, basta que as secretarias estaduais e municipais de saúde façam os pedidos de análise ao Ministério da Saúde e cadastrem as propostas na plataforma Sistema de Apoio à Implementação de Políticas em Saúde (SAIPS). Compete aos estados e municípios a garantia da estrutura mínima necessária para funcionamento adequado dos leitos, tanto os de UTI quanto os de suporte ventilatório pulmonar. Os critérios analisados são objetivos e existem para dar celeridade e legalidade ao processo, além de garantir os recursos necessários o mais rápido possível.

Entre os aspectos observados nas solicitações de autorização dos leitos, tantos os de UTI quanto os de suporte ventilatório pulmonar, estão a curva epidemiológica do coronavírus na região, a estrutura para manutenção e funcionamento da unidade intensiva, RH e o corpo clínico necessário para atuação em UTI. Terra Brasil

*Com informações de Ministério da Saúde