Dalagnol queria impor governo nos seus moldes, com ideais progressistas e políticos da sua “casta”

O procurador federal Deltan Dalagnol que ficou à frente da autoproclamada operação Lavajato, ficou conhecido mais a fundo por mensagens roubadas por um hacker do aplicativo de mensagens Telegram, seus ideais e de seus pares nessa empreitada, impressionam com tamanha ardilosidade, querendo emplacar políticos alinhados com suas convicções e de seus pares.

Mesmo atuando para prender bandidos confessos entre corruptos e corruptores, os membros do ministério público federal expuseram as “vísceras” do modo operante que era igualmente ilegal, o acusador e o julgador combinando sentenças sem a mínima chance para a defesa, os advogados eram meros “bonecos processuais”, no mais atual contexto do maquiavelismo de que os fins justificam os meios.

Os brasileiros não querem justiceiros, querem justiça, não é com subterfúgios que o país melhora, mas com pessoas que amém sua pátria, não foi o que as mensagens mostraram, uma equipe envolvida politicamente em derrubar qualquer sistema que se opusesse aos seus pensamentos, ao ponto de uma procuradora propor forjar provas para derrubar um candidato a presidente, com alcunhas desrespeitosas como era chamado de “bozó” o atual presidente Bolsonaro que apesar de honesto e patriota, não servia para os propósitos dos conhecidos “lavajatistas”.

Que fique o aprendizado, os freios e contrapesos são importantíssimos para o processo democrático, a fiscalização tem que ser intensa para que nosso país não seja levado mais uma vez ao fundo do poço moral a que fomos submetidos nos últimos 20 anos.

Júnior Melo ( jornalista e advogado)