Novo lote com 629,4 mil doses da vacina Pfizer chega ao Brasil; Com a chegada do 5º lote são 3,4 milhões de doses recebidas

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O Brasil recebeu nesta quarta-feira (26) o quinto lote de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer. No total, 629.460 doses do imunizante chegaram no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e serão entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do governo federal.

A chegada das vacinas faz parte do acordo firmado entre o laboratório e o Brasil no dia 19 de março, que visa disponibilizar ao país 100 milhões de doses do imunizante até o final do terceiro trimestre de 2021.

Somadas aos lotes anteriores, mais de 3,4 milhões de doses foram entregues. A primeira entrega foi realizada 29 de abril, com 1 milhão de doses, a segunda foi em 5 de maio, com 628.290 doses, o terceiro lote chegou ao país em 12 de maio, também com 628.290 doses, e a quarta remessa foi recebidana última quarta-feira (19), com 629.460 doses.

No próximo mês, a previsão é de que mais 12 milhões de doses da Pfizer sejam entregues ao Ministério da Saúde, para ampliar a campanha nacional de vacinação, informou o Ministério da Saúde.

De acordo com a assessoria da Pfizer no Brasil, as vacinas que estão sendo enviadas ao país podem vir das fábricas de Püurs, na Bélgica, ou Kalamazoo, nos Estados Unidos.

Novo acordo

No dia 14 de maio, a Pfizer e BioNTech anunciaram um novo acordo com o Ministério da Saúde do Brasil contemplando o fornecimento de 100 milhões de doses adicionais da vacina ComiRNAty, elaborada pelos laboratórios.

O fornecimento dos imunizantes adicionais está previsto para o quarto trimestre de 2021. Ao longo de 2021, as companhias irão fornecer um total de 200 milhões de doses de vacina ao Brasil para apoiar o combate à pandemia.

A vacina ComiRNAty, que é baseada na tecnologia de mRNA, recebeu aprovação regulatória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 23 de fevereiro.

Aplicação da vacina Pfizer além das capitais

O Ministério da Saúde informou, nesta quarta-feira (26), que a vacinação com o imunizante da Pfizer não precisará mais se limitar às capitais dos estados. Essa orientação havia sido feita por causa das dificuldades no armazenamento de baixa temperatura.

As geladeiras do SUS não são preparadas para isso. A mudança se deu, de acordo com a pasta, porque os estados e as cidades já estão se adequando a essas particularidades.

“As cidades elegíveis passaram pela verificação de critérios técnicos, como o distanciamento de até duas horas e 30 minutos da capital do estado, considerando as particularidades que envolvem o armazenamento da vacina durante o transporte”, afirmou a pasta em nota.

CNN Brasil