Ex-capa da Playboy e estrela de filmes pornográficos é condenada a oito anos de prisão por associação e tráfico de drogas

Fotos: Instagram/Reprodução

Flávia Tamayo, conhecida como Pâmela Pantera, foi condenada a oito anos de prisão por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ela foi presa em julho do ano passado, durante uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal que mirava um grupo especializado em vender e distribuir entorpecentes para clientes de alto poder aquisitivo. A Justiça determinou que Flávia cumpra a pena em regime semiaberto, mas ainda cabe recurso confirmou O GLOBO.

De acordo com investigações da 5ª DP (Área Central), antes de ser presa, havia pelo menos dois anos que a jovem se prostituía e traficava drogas num flat no Setor Hoteleiro Norte da capital federal. As investigações apontaram que faziam parte da quadrilhas outras garotas de programa de luxo. Elas faziam presença em áreas nobres do DF para negociar programas sexuais associados ao consumo de drogas. No caso de Tamayo, cada programa regado a cocaína e haxixe saía por R$ 1 mil, o dobro do valor pago sem drogas.

Miss Bumbum

Nascida em São Paulo, Flávia contou, de acordo com reportagem revelada pela Época, ser corretora de imóveis e estudante de Marketing na inscrição para o concurso que escolheria a Musa da Copa do Mundo, há dois anos. Ela era representante da seleção suíça e afirmou também que o maior sonho de sua vida era conhecer o jogador Neymar.

Na mesma época, Flávia foi eleita Miss Bumbum Distrito Federal. Por ter admitido que se submeteu a uma bioplastia com Denis César Barros Furtado, o Doutor Bumbum, a organização da prova chegou a cogitar retirar sua faixa. Ela contou ter pago R$ 40 mil pelo procedimento, mas negou que tenha aplicado o produto no bumbum. O médico responde a um processo pela morte de uma mulher depois uma intervenção estética em sua cobertura, no Rio de Janeiro.

Flávia também estrelou filmes pornográficos, onde ganhou o apelido de Pâmela Pantera, e participou de ensaios fotográficos para publicações masculinas no Brasil e no exterior.

O Globo